sou do tempo que…

.. por às 02h57m de 22 de fevereiro de 200812 comentários :)

orkut não existia;

tv colosso passava na globo,
e a gente só ia almoçar quando
aquele cachorro gritava “Tá na mesa pessoaaaaal..”

colecionar álbuns de figurinhas era top,
bater tapão então, nem se fala… o máximo

tênis de luzinha, era essencial

meninos de 13 anos assistiam cavaleiros-do-zodiaco e dragon-ball-z;
existia carrosel.. depois, chiquititas e não rebeldes;

meninas de 11 anos brincavam de boneca,
e não saíam pra ‘pegar geral’, aliás, nem saíam;

plutão ainda era um planeta;

mc donalds, custava 4,00
kinder ovo era 1 real
salgado + refri = 1,00;

podia-se brincar na rua e voltar pra casa,
onde o maior perigo era se machucar…
e pra isso ainda tinha a solução:
o merthiolate que, naquela época, ainda ardia;

pessoas realmente se conheciam,
e não tão somente pela “descrição” e álbum do orkut;

fotos não eram tiradas para serem colocadas no orkut
e sim para recordarem um momento.. chamávamos até de “retrato”,
pois realmente tinha a função de retratar um momento/emoção
e não valia ver como ficou, apagar e repetir;

maquiagem era coisa de gente grande,
usar quando era criança, só pra brincar de gente grande;

pra saber da vida de alguém,
só lendo os “cadernos de respostas” que faziamos — nada de “fuçar”;

crianças tinham (no auge da tecnologia) tamagotchi
e não super-telefones-celulares
com câmeras que tiram fotos (pro orkut) e filmam;

emos não existiam,
usar all-star, franja ou ter um estilinho diferente era legal;

beijos não eram mandados, nem escritos;

as crianças ainda gostavam de parques de diversão
(com tromba-tromba, twister, casa-dos-espelhos, etc)
e não tinham problemas de visão nem obesidade
dados pelos videogames e computadores;

(embora jogar super-mário, zelda, top-gear, f-zero,
super-star-soccer e street-fighter no super nintendo era o máximo)

biscoitos “do fofão” e “mirabel” existiam

festas de 15 anos eram baile de debutantes
e não eram mega-eventos-pop e nem se trocavam vendiam por viagens;

a intenção num show era ver o show,
e não brigar ou disputar por números de beijos.

as músicas (quando) tinham coreografias eram decentes;

bonde significava no máximo um meio de transporte
e bala era juquinha, 7 bello ou chita, e não drogas.

se mandava cartinhas, pra dizer que amava
e não scraps e/ou depoimentos;

dizer que amava, o termo “te amo”.. era algo especial
e não banalizado, não se dizia para qualquer-”super-amigo”-temporário;

ser ‘pitboy’ não fazia a mínima diferença,
academias tinham poucas, era coisa de gente-grande
e dava-se valor a coisas mais duradouras e menos paupáveis;

os casamentos duravam mais,
ou pelo menos duravam alguma coisa;

para se ter um amigo era necessário adquirir confiança,
credibilidade entre ambos, e não apenas 2 cliques.

e o tempo passou, a modernidade/informática chegou… pra
resolver problemas que, definitivamente, não existiam.

ah, quanta saudade… eu era mais feliz naquele tempo.

Meu PC estragado! Que inferno!

.. por às 17h03m de 11 de fevereiro de 2008sem comentários :/

“O barato que saiu caro” — Já ouviu falar nessa expressão?.. então, foi exatamente o que aconteceu comigo.

Tudo começou no fim de dezembro, quando o botão power do meu gabinete começou a falhar. Ficou falhando por vários dias falhando, apertava mais forte e então funcionava. Até que um dia não ligou mais, e justo no dia da lan que a minha célula fez. “Solução”: alguém vai e me ensina dar contato nos dois jumpers do power direto na placa pra fazer funcionar.

No iniício, colocava a lanterna o flash do celular levava a chave de fenda e encostava nos jumpers — isso mesmo, ligação direta no pc, cúmulo da gambiarra — e funcionava. Com o tempo, ao invés de arrumar o botão ou trocar de gabinete, continuei fazendo “a ligação”, mas nem usava o flash. Colocava  a mão e ia passando até ver o gabinete funcionar.

Até que… um belo dia… lá vai eu ligar. Abaixa todo, puxa a torre, vai passando a chave de fenda e.. tzz!.. uma faísca! Bom, era só uma faisquinha, coisa corriqueira, né?!.. Nada! Foi a última “faisquinha” que eu vi da minha placa-mãe. A luzinha verde da placa continuava acendendo, e nada da placa ligar. Levei pro conserto logo que cheguei de viagem e nada. Nem os técnicos conseguem resolver.

E agora?!.. Comprei uma outra placa compatível. Na verdade, pelo que andei lendo, o desempenho dessa é um pouco melhor. A minha antiga era uma ASUS A8N SLI Deluxe e a nova é uma ASUS A8N SLI Premium, muda muita pouca coisa, mas é um mínimo menlhor.

Agora é esperar chegar pra instalar num gabinete show que eu comprei! E depois faço um post com algumas fotos.

=D